
O momento mais poético do IV Centenário — quando a Força Aérea Brasileira transformou o céu de São Paulo em prata.
A Chuva de Prata
A Chuva de Prata sobre o Vale do Anhangabaú, 1954
A Chuva de Prata
No encerramento do primeiro dia de festividades, 9 de julho de 1954, aviões da Força Aérea Brasileira sobrevoaram a cidade despejando milhares de pequenos triângulos de papel laminado prateado, iluminados pelos holofotes do Exército. A cena — considerada a mais bonita de todo o evento — ficou conhecida como a Chuva de Prata. O espetáculo deu origem, inclusive, a um doce que se tornaria ícone paulistano: o Dadinho, originalmente batizado de "IV Centenário", embalado em papel prateado e estampado com a Voluta Ascendente. A noite se encerrou com Getúlio Vargas saudando todos os presentes — até mesmo sua oposição.
Registro Histórico
1954 IV Centenário — Chuva de Prata
Registros da Chuva de Prata

A multidão sob a Chuva de Prata — triângulos prateados caindo sobre o Vale do Anhangabaú

O céu prateado de São Paulo — o espetáculo iluminado pelos holofotes do Exército

Celebrações nas ruas — uma cidade inteira olhando para cima

O espetáculo noturno que encerrou o primeiro dia de festividades

Dadinho — doce criado como homenagem ao IV Centenário, originalmente chamado "IV Centenário", com a Voluta Ascendente na embalagem
O Brilho da Chuva de Prata
A Chuva de Prata é o momento mais poético do IV Centenário. Sua imagem — triângulos prateados caindo do céu noturno sobre uma multidão maravilhada — traduz, como nenhuma outra, o espírito de uma São Paulo que sonhava grande. É este espírito de ousadia e celebração que vive na coleção SSP 1954.



